Quem somos

Centro Social O Quilombo

Os Quilombos eram os refugios das escravas fugidas no Brasil desde onde se organizavam e lanzavam operaçons para libertar novas escravas. Acolhemos este nome, na nossa andaina por defendermos a nossa cultura popular e trabalharmos na construçom dum outro mundo possivel, como umha homenagem a irmandade e liberdade humana e um ponto de uniom com um pais com o que partilhamos língua.

  • PRINCIPIOS

    1- Cultura popular: Nom apostamos na industria cultural, competitividade ou consumismo mas sim na colaboraçom, tradiçom, criaçom, aprendizagem coletiva e defesa do patrimonio cultural.

    2- Movemento popular: Fortalecer a rede associativa, apoiando, colaborando e criando iniciativas conjuntas que ajudem elevar a consciência do povo.

    3- Defesa da língua: Avançar cara a normalizaçom lingüística e hegemonia social do idioma galego. Atividades e materiais seram em galego, aproveitando recursos dumha língua extensa e útil tambem a nivel internacional e desde o orgulho polas nossas variedades dialetais.

    4- Defesa da terra e do mar: Conhezer e pôr em valor o nosso patrimonio natural como primeiro passo na sua defesa. Crítica do modelo de transporte e potenciar a agroecologia, a gestom sustentável e as redes de produçom e consumo local que trabalham na construçom de alternativas à indústria alimentar, que explora as trabalhadoras, contamina as augas e as terras e maltrata aos animais.

    5- Anti-patriarcado: superar a desigualdade de género para sermos livres. Feminismo combativo, anti-capitalista e transversal a todo o nosso agir, para transformarmos a sociedade. Criar espaços de luita conjunta anti-patriarcal de homens e mulheres. Orgulho LGTBI+, somos umha associaçom livre de lgtbifobia e defensora da diversidade sexual e de género.

    6-Defesa do direito de autodeterminaçom: Galiza precisa de soberania para recuperar a nossa língua e cultura tanto como para desenvolver a economia ou organizar o territorio. Todos os povos têm direito à liberdade de decissom, a nom ser submetidos pola força, nem afogados polo status quo dos Estados estabelecidos.

    7- Crítica do sistema económico capitalista que todo o mercantiliza, incluso a vida, a natureza ou os nossos corpos e mantem a maioria da humanidade na pobreza e numha guerra de rapinha continua.

    8- Internacionalismo: A tenrura dos povos. Aprender, dar a conhezer e ajudar às luitas e realidades emancipatorias ao redor do planeta. Combater o racismo e o odio a migrante.

    9- Defesa da saúde física e mental, pois é um bem individual e coletivo das pessoas que compre cultivar e defender. Fomentaremos atividades e estilos de vida saudáveis.

    10- Assemblearismo e auto-gestom: Trabalharemos com liberdade e autonomía, em reunións abertas, evitando vicios organizativos, repartindo tarefas e responsabilidades e sem cairmos em influências institucionais ou capitalistas. Aperturismo e anti-dogmatismo na defesa e difussom das atividades e principios da associaçom.

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